CLAMO A TI PELAS MADRUGADAS
POQUE ME REJEITAS ?
Ouví a minha oração
Atendei ao meu clamor
Os teus ouvidos inclina
Pois te busco com fervor
Minha alma se angustia
Sinto as trevas do terror
Estou rente a sepultura
Não há lembrança na morte
Contado com os que se foram
Eis aí a minha sorte
Porque que fui abatido
Humilhado no meu porte
Maravilhas é para os vivos
Na morte ninguém te louva
Nas trevas do esquecimento
Não há alguém que se mova
Longe de mim meus amigos
Para que o mal me dissolva
A M É M !
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