NÃO NOS ENTREGUE ÀS FERAS
As assolações constantes
Que sobre o povo abate
E as abominações
Que o santuário combate
Destrói toda a esperança
De vitória neste embate
Queimaram os lugares santos
Colocam nelas suas marcas
Nossos sinais se apagaram
As esperanças são parcas
Nossos profetas se foram
Cada qual em suas arcas
Todavia, hó Deus meu rei
Que dividistes o mar
E a cabeça do monstrengo
Ao chão fizestes rolar
Ainda és senhor de tudo
Podes todos dominar
Não nos entregues às feras
Atente à Tua promessa
Aplacai as crueldades
Socorra-nos bem depressa
Abata a força loquaz
De quem a Ti não professa
A M E M !
As assolações constantes
Que sobre o povo abate
E as abominações
Que o santuário combate
Destrói toda a esperança
De vitória neste embate
Queimaram os lugares santos
Colocam nelas suas marcas
Nossos sinais se apagaram
As esperanças são parcas
Nossos profetas se foram
Cada qual em suas arcas
Todavia, hó Deus meu rei
Que dividistes o mar
E a cabeça do monstrengo
Ao chão fizestes rolar
Ainda és senhor de tudo
Podes todos dominar
Não nos entregues às feras
Atente à Tua promessa
Aplacai as crueldades
Socorra-nos bem depressa
Abata a força loquaz
De quem a Ti não professa
A M E M !
Nenhum comentário:
Postar um comentário