SENHOR LEMBRA-TE DE MIM
Ainda que a minha alma pense
Que num lápso, de mim te esqueceste
Mesmo que na hora da maior angústia
Sentindo pesado o fardo que me deste
Viveciando em opressão profunda
O silêncio da tua vóz celeste
Ainda que eu pergunte até quando
Teu coração de mim já não importa
E eu questione então cada momento
Da prevalência adversária em obra morta
Alumia meus olhos combalidos
Afim de que eu encontre de saída a porta
Em tí confio ó Misericordioso
Porquanto és Deus Pleno de bondade
Na força de teu braço há segurança
Nas palmas de tuas mãos há lealdade
Cantarei pelo bem que me tens feito
Na prisão do teu amor há liberdade
AMEM !
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